necessĂĄrias para manter a ordem e a integridade dos funcionĂĄrios. PorĂ©m, na prĂĄtica, nĂŁo prestou nenhuma assistĂȘncia humanizada e sĂł agiu depois que a situação jĂĄ havia se agravado.
Na nota, a gestĂŁo diz que nĂŁo houve omissĂŁo, mas, contraditoriamente, omite os fatos. Generaliza chamando o caso de “conduta imprĂłpria”, sem sequer citar qual teria sido essa conduta. Afinal, estĂŁo se referindo ao suposto assĂ©dio sexual noticiado na imprensa? O mesmo que a Prefeitura alega ser “informaçÔes distorcidas” que nĂŁo condizem com a verdade?
EntĂŁo vamos aos fatos:
03 de setembro: informes de que uma funcionĂĄria da casa de apoio teria sido vĂtima de assĂ©dio sexual. A prefeitura nĂŁo agiu, afastando o suposto assediador!
04 de setembro: Com a inércia da Prefeitura a rotina seguiu "normal" e qual foi o resultado? Pessoas revoltadas com o suposto assediador esperaram sua chegada ao local de trabalho e o espancaram violentamente.
Se a prefeitura tivesse agido, esse 2° episĂłdio, o de agressĂŁo, nĂŁo teria ocorrido!
E o que fez a Prefeitura depois desses dois episĂłdios gravĂssimos?
A suposta vĂtima de assĂ©dio continua psicologicamente abalada, sem condiçÔes de trabalhar, sem qualquer apoio psicolĂłgico, jurĂdico ou institucional ofertado pela prefeitura.
A vĂtima do espancamento, alĂ©m de ser brutalmente agredida, teve a chave do veĂculo tomada, e precisou retornar para Afonso Bezerra em um ĂŽnibus da empresa Cabral. Segundo relatos de passageiros, ele chorava e gritava inconformado com o abandono da Prefeitura, que simplesmente o deixou Ă prĂłpria sorte.
Ou seja: a gestĂŁo tenta vender a ideia de que “nĂŁo houve omissĂŁo”, mas a realidade mostra exatamente o contrĂĄrio. Tanto a suposta vĂtima de assĂ©dio quanto a vĂtima de espancamento foram abandonadas, sem nenhum amparo digno de quem deveria cuidar da integridade de seus servidores.
Essa redação Ă© comprometida com a verdade, e repudia a atitude covarde da prefeitura em, alĂ©m de nĂŁo fazer o seu papel, tentar colocar para a opiniĂŁo pĂșblica que estamos distorcendo os fatos!
NĂŁo queremos holofotes, mas que o ocorrido seja tratada com a seriedade necessĂĄria e que os envolvidos recebam suporte por parte da prefeitura!
Na nota, a gestĂŁo diz que nĂŁo houve omissĂŁo, mas, contraditoriamente, omite os fatos. Generaliza chamando o caso de “conduta imprĂłpria”, sem sequer citar qual teria sido essa conduta. Afinal, estĂŁo se referindo ao suposto assĂ©dio sexual noticiado na imprensa? O mesmo que a Prefeitura alega ser “informaçÔes distorcidas” que nĂŁo condizem com a verdade?
EntĂŁo vamos aos fatos:
03 de setembro: informes de que uma funcionĂĄria da casa de apoio teria sido vĂtima de assĂ©dio sexual. A prefeitura nĂŁo agiu, afastando o suposto assediador!
04 de setembro: Com a inércia da Prefeitura a rotina seguiu "normal" e qual foi o resultado? Pessoas revoltadas com o suposto assediador esperaram sua chegada ao local de trabalho e o espancaram violentamente.
Se a prefeitura tivesse agido, esse 2° episĂłdio, o de agressĂŁo, nĂŁo teria ocorrido!
E o que fez a Prefeitura depois desses dois episĂłdios gravĂssimos?
A suposta vĂtima de assĂ©dio continua psicologicamente abalada, sem condiçÔes de trabalhar, sem qualquer apoio psicolĂłgico, jurĂdico ou institucional ofertado pela prefeitura.
A vĂtima do espancamento, alĂ©m de ser brutalmente agredida, teve a chave do veĂculo tomada, e precisou retornar para Afonso Bezerra em um ĂŽnibus da empresa Cabral. Segundo relatos de passageiros, ele chorava e gritava inconformado com o abandono da Prefeitura, que simplesmente o deixou Ă prĂłpria sorte.
Ou seja: a gestĂŁo tenta vender a ideia de que “nĂŁo houve omissĂŁo”, mas a realidade mostra exatamente o contrĂĄrio. Tanto a suposta vĂtima de assĂ©dio quanto a vĂtima de espancamento foram abandonadas, sem nenhum amparo digno de quem deveria cuidar da integridade de seus servidores.
Essa redação Ă© comprometida com a verdade, e repudia a atitude covarde da prefeitura em, alĂ©m de nĂŁo fazer o seu papel, tentar colocar para a opiniĂŁo pĂșblica que estamos distorcendo os fatos!
NĂŁo queremos holofotes, mas que o ocorrido seja tratada com a seriedade necessĂĄria e que os envolvidos recebam suporte por parte da prefeitura!
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. Afonso Bezerra
